quarta-feira, 30 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
Par do ano
(e quem sabe, de sempre ;) )
As mãezinhas e respectivas famílias que me desculpem, mas não resisti a publicar esta foto:
É a chamada paixão assolapada. Love is in the air... la la la la la la
domingo, 20 de julho de 2008
Recuerdos Açoreanos
Algumas das mai belas recordações que trouxemos dos Açores, foram as personagens que se cruzaram connosco (e o anti-social do Faial não é incluído na lista, apesar das boas sugestões de restaurantes).
E o Roberto. Ai o Roberto... Um pedaço de mau caminho que nos atendeu em Ribeira Grande. Não foi difícil acharmos que o Roberto era um pedaço de mau caminho, tinhamos acabado de passar por Rabo de Peixe e grande parte dos nativos tem um aspecto assustador. A grande dificuldade com esta personagem foi conseguir que ele percebesse o que queriamos comer (pedi uma torrada e veio um pão com manteiga… close enough).
Os entronchos, que devido à má-educação que demonstraram ter no transfer no Faial, ganhámos-lhes um ódio de estimação assolapado. Mas os entronchos também embirraram connosco, de tal forma que iam para os mesmos hoteis, restaurantes e locais que nós, com o único propósito de nos enfurecer. Só conseguimos fintá-los um bocadinho na Terceira, onde ficamos em hoteis diferentes, mas os sacanas descobriram onde jantámos (ai o Boca Negra… já me babei).
E para terminar, relembrar o Donald no nosso maravilhoso pic-nic com Patos.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Nova atracção
Para quem pensa que o Algarve já não tem novidades, engana-se. Hoje de manhã descobrimos (eu e a minha piolha mais grande) uma nova atracção e deve ser do melhor que há, a ver pelo número de pessoas que lá estavam quando chegámos.
Deparamo-nos com esta nova atracção na estação de serviço de Loulé na A22 (Via do Infante para uns, Coisa do Infante para outras), mas pelo aspecto penso que podem ser vistas ao longo de toda a A22.
Lá dentro há uma grande variedade de sinais de trânsito e cones. Vale a pena a visita ;)
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Aviso à navegação
Mais uma vez, as blogueiras aqui do estabelecimento vão arrumar as trouxas e dirigirem-se à velocidade permitida por lei, a terras algarvias. Eu vou estrear a nova piscina do Resort de Bordeira e a Nanda vai usufruir da cozinha nova de Paderne ;)
Se tivermos praí viradas, talvez postemos qq coisa, nem que seja para dar conta aos respectivos pais, das novas tentativas de despachar a piolha pikena ou a grande (que faz uma concorrência desleal gigantesca).

Adeus e até ao nosso regresso!!!!
PS: Senhora Dª Helena Tanganho, tamos à sua espera ;)
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Só para ficarem roidinhos d'inveja
(e porque sou uma grande cabra quando quero ;) )
As blogueiras vão esta noite, repetir o passeio medieval do ano passado. Este ano sem a desculpa (como se fosse preciso alguma) de ir ver a prima da prima. Logo a seguir ao trabalho lá vamos nós, direitinhas que nem fuzos, pela A8 a babar pelo belo chouriço assado que nos aguarda.
Para quem não aguentar a inveja e quiser ir, visitem o site oficial, que a gente não dá boleia a ninguém ;).
Nandinha, leva a tua machine pq a minha não sabe tirar fotos à noite.
Edit pós-passeio:
Sinto cada regresso a Óbidos, como se fosse um regresso a casa e, bem vistas as coisas, metade de mim regressa a casa: sou metade obidense e metade Arquipacence. Agora, aqui sentada no pc a escrevinhar, tenho o coração aconchegadinho por mais este regresso e a barriga aconchegadinha com o restinho da fatia de broa de milho do jantar medieval;)
(A volta pelas muralhas não escapa da próxima vez).
Cidades do Euro - Salzburgo

A última cidade do Euro que falamos aqui, viu nascer Mozart, Wolfgang Amadeus Mozart. É a quarta maior cidade da Áustria, capital do estado federal com o mesmo nome, e em 1997 o centro histórico da cidade foi classificado pela UNESCO como Património Mundial, graças aos exemplos de arquitetura barroca. Fica situada a oeste da Áustria, nas margens do rio Salzach, e as planícies a norte contrastam com as montanhas que limitam a cidade a sul, que serviam de "palco" ao musical Música no Coração.
O nome significa "Castelo do Sal" devido às embarcações que subiam o rio carregadas de sal e que no séc VIII tinham que pagar portagem aqui.
Há vestígios da presença humana durante o período neolítico e pensa-se que os Celtas foram os primeiros a estabelecerem-se aqui. Durante o Séc XV AC os romanos juntaram as várias povoações e chamaram-lhe Juvavum. A partir do ano 600 AC passou a ser governada pelos Duques da Bavária que, em 700 nomearam o Bispo Rupert Von Worms para projectos missionários na região e cujas doações monetárias, permitiram ao bispo transformar Salzburgo numa das igrejas mais ricas. Desde que se tornou arquidiocese até final do séc XVIII foi sempre governada pelos arcebispos, que conseguiram manter a importância cultural da região, mas não a importância política até final do séc XVI, o que levou a uma tentativa frustrada de alargar o território pelo arcebispo Wolf Dietrich von Raitenau, que entrou em guerra contra Berchtesgaden, em 1611. Até ao início do séc XIX vários arcebispos deixaram a sua marca na cidade, pelas contruções que mandaram fazer: a nova catedral de Salzburgo, a nova universidade, a igreja da Santíssima Trindade e o Hospital de St. Jonh (entre outras) que ainda hoje serve de hospital central.
O nome significa "Castelo do Sal" devido às embarcações que subiam o rio carregadas de sal e que no séc VIII tinham que pagar portagem aqui.
Há vestígios da presença humana durante o período neolítico e pensa-se que os Celtas foram os primeiros a estabelecerem-se aqui. Durante o Séc XV AC os romanos juntaram as várias povoações e chamaram-lhe Juvavum. A partir do ano 600 AC passou a ser governada pelos Duques da Bavária que, em 700 nomearam o Bispo Rupert Von Worms para projectos missionários na região e cujas doações monetárias, permitiram ao bispo transformar Salzburgo numa das igrejas mais ricas. Desde que se tornou arquidiocese até final do séc XVIII foi sempre governada pelos arcebispos, que conseguiram manter a importância cultural da região, mas não a importância política até final do séc XVI, o que levou a uma tentativa frustrada de alargar o território pelo arcebispo Wolf Dietrich von Raitenau, que entrou em guerra contra Berchtesgaden, em 1611. Até ao início do séc XIX vários arcebispos deixaram a sua marca na cidade, pelas contruções que mandaram fazer: a nova catedral de Salzburgo, a nova universidade, a igreja da Santíssima Trindade e o Hospital de St. Jonh (entre outras) que ainda hoje serve de hospital central.

Os arcebispos governaram até 1803, quando a cidade passou a ser um eleitorado do Sacro Império Romano da Nação Germânica ( até Napoleão (mais outro que não parava quieto) o ter atacado e dissolvido em 1806) até 1805 quando o acordo de Paz de Preßburg foi concluído e que determinou a inclusão de Salzburgo na Áustria. Mas este primeiro período austríaco só durou até 1809 quando o Império Austríaco em França declarou guerra e, após vitória das tropas de Napoleão, passou a ser administrado (durante ano e meio) por França.
Entre 1810 e 1816 passou de novo para as mão da Bavária, que levou à dissolução da assembleia geral e no Congresso de Viena, em Maio de 1816, voltou a fazer parte da Áustria. Nesta altura perdeu grande parte do seu território que levou a um declínio económico e de população, e ficou sob as ordens da monarquia austríaca. Com as revoluções de 1848 Salzburgo sofreu mais uma mudança e ganha o direito de ter a sua própria administração. Nas décadas seguintes apostaram no turismo (à custa do Mozart) e a chegada da linha ferroviária deu um grande impulso à economia da cidade que só parou em 1914 por causa da Primeira Grande Guerra e consequente fim do Império Austro-Húngaro, que quase matou à fome os salzburgueses... salzburguenses... os gajos de Salzburgo ;).
Entre 1810 e 1816 passou de novo para as mão da Bavária, que levou à dissolução da assembleia geral e no Congresso de Viena, em Maio de 1816, voltou a fazer parte da Áustria. Nesta altura perdeu grande parte do seu território que levou a um declínio económico e de população, e ficou sob as ordens da monarquia austríaca. Com as revoluções de 1848 Salzburgo sofreu mais uma mudança e ganha o direito de ter a sua própria administração. Nas décadas seguintes apostaram no turismo (à custa do Mozart) e a chegada da linha ferroviária deu um grande impulso à economia da cidade que só parou em 1914 por causa da Primeira Grande Guerra e consequente fim do Império Austro-Húngaro, que quase matou à fome os salzburgueses... salzburguenses... os gajos de Salzburgo ;).
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Gastronomia dos Algarves: Don Rodrigos
Para o próximo Fim de Semana temos a trupe toda no Reino dos Algarves, e graças a deus somos todos boa boca, pronto confesso que a nanda e eu temos uma boca muito grande... a prima tenta acompanhar mas coitada não têm pedalada para nós os dois. Por isso e em Honra desta magnifica região vou mostrar um pouco da Gastronomia desta terra, e nada melhor que começar pelos famosos Don Rodrigos.
Dom Rodrigos
Ingredientes:6 doces
250 grs de fios de ovos ;
50 grs de miolo de amêndoa ralada ;
250 grs de açúcar ;
meio dl de água ;
4 gemas ;
canela q.b.
250 grs de fios de ovos ;
50 grs de miolo de amêndoa ralada ;
250 grs de açúcar ;
meio dl de água ;
4 gemas ;
canela q.b.
Confecção:Num tacho coloque 200 grs de açúcar coberto de água e leve ao lume até formar ponto de pérola (1).Retire do lume e misture a amêndoa. Deixe que fique morno, junte as gemas e leve novamente ao lume, mexendo até engrossar. Polvilhe com um pouco de canela.Com o restante açúcar e água faça uma calda em ponto de fio.Numa frigideira coloca-se a calda e leva-se ao lume. Quando ferver, deitam-se os fios de ovos e, sobre estes, mistura feita anteriormente com o açúcar, amêndoa e as gemas.Com a ajuda de duas espátulas, enrolam-se os fios de ovos em torno do recheio, envolvendo-o completamente.Deixe alourar e retire da frigideira.Corte 6 quadrados de folha de estanho prateado ou colorido.Separe a preparação em quantidades iguais pelos 6 quadrados de estanho, una as quatro pontas de cada quadrado e enrole-as.
(1) Encontra-se este ponto juntando-se o açúcar a a água e deixando ferver 2 minutos.
(1) Encontra-se este ponto juntando-se o açúcar a a água e deixando ferver 2 minutos.
fonte: Região de Turismo do Algarve
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Cidades do Euro - Klagenfurt
Klagenfurt, apesar de ser a cidade mais pequena de todas que receberam os jogos do Euro 2008, é a capital do Estado da Caríntia, com cerca de 95 mil habitantes e a sexta maior da Áustria.

Fica junto ao lago Wörthersee, cujas águas são as mais quentes da Europa e que deu o nome ao estádio construído de propósito para o Euro 2008.
Esta cidade fica apenas a 45 minutos (de carro) da Itália e da Eslovénia,
A lenda diz que Klagenfurt foi fundada após um homem corajoso ter matado um dragão, mas na realidade foi fundada pelo Conde de Caríntia, Duque Herman, como ponto forte das rotas comerciais da área. É mencionada pela primeira vez no final do séc. XII como Forum Chlagenvurth, que ocupava uma zona sujeita a cheias frequentes e que por essa razão, o filho do Duque (Bernhard von Spanheim) mudou a cidade para uma localização mais “seca” em 1246.
Nos séculos seguintes sofreu várias catástofres (incêndios e terramotos), foi invadida por gafanhotos e bárbaros. Em 1514 foi quase totalmente destruída por um incêndio e o Imperador Maximiliano I (olha o gajo outra vez), incapaz de a reconstruir, cedeu a cidade ao Parlamento Regional. Isto fez com que a cidade renascesse economicamente, em particular com a Neuer Platz (Praça Central), desenhada pelo arquiteto italiano Domenico de Lalio e outras construções renascentistas, arcadas e pátios também com influência italiana.
Em 1809 as tropas de Napoleão destruiram as muralhas da cidade, deixando apenas uma pequena parte que ainda se mantem. A economia da cidade foi impulsionada pela ligação ferroviária a St. Vein an der Glan, tranformando-a no mais importante centro da região.
Durante a Segunda Guerra Mundial, foi bombardeada 41 vezes que provocaram 612 mortos, a destruição de 443 edifícios e danificando outros 1132. Uma placa ergue-se agora sobre o local onde os cidadãos de Klagenfurt foram evacuados.
Klagenfurt tornou-se a primeira cidade austríaca a adaptar zonas pedestres, em 1961 e em 1973 (belo ano) absorveu quatro municípios adjacentes, aumentando a sua área.
O que mais atrai os turistas é o centro histórico da cidade, com as suas ruelas, as lojas e os restaurantes ao redor da Kramergasse. No calçadão mais antigo da Áustria, o que rege são as festividades. Por exemplo, na Altstadtzauber, que em tradução livre quer dizer "magia da cidade velha". A festa popular traz apresentações de música ao vivo e o maior mercado de pulgas do país, sempre no último final de semana do mês de agosto.
Outras atrações são o Christkindlmarkt, a feirinha de Natal, e o Silvesterkarneval, o carnaval na noite de São Silvestre. As festividades acontecem geralmente na praça Neuer Platz, ao lado do edifício renascentista da câmara municipal, na presença do símbolo oficial da cidade: um dragão.
Esta cidade fica apenas a 45 minutos (de carro) da Itália e da Eslovénia,
A lenda diz que Klagenfurt foi fundada após um homem corajoso ter matado um dragão, mas na realidade foi fundada pelo Conde de Caríntia, Duque Herman, como ponto forte das rotas comerciais da área. É mencionada pela primeira vez no final do séc. XII como Forum Chlagenvurth, que ocupava uma zona sujeita a cheias frequentes e que por essa razão, o filho do Duque (Bernhard von Spanheim) mudou a cidade para uma localização mais “seca” em 1246.
Nos séculos seguintes sofreu várias catástofres (incêndios e terramotos), foi invadida por gafanhotos e bárbaros. Em 1514 foi quase totalmente destruída por um incêndio e o Imperador Maximiliano I (olha o gajo outra vez), incapaz de a reconstruir, cedeu a cidade ao Parlamento Regional. Isto fez com que a cidade renascesse economicamente, em particular com a Neuer Platz (Praça Central), desenhada pelo arquiteto italiano Domenico de Lalio e outras construções renascentistas, arcadas e pátios também com influência italiana.
Em 1809 as tropas de Napoleão destruiram as muralhas da cidade, deixando apenas uma pequena parte que ainda se mantem. A economia da cidade foi impulsionada pela ligação ferroviária a St. Vein an der Glan, tranformando-a no mais importante centro da região.
Durante a Segunda Guerra Mundial, foi bombardeada 41 vezes que provocaram 612 mortos, a destruição de 443 edifícios e danificando outros 1132. Uma placa ergue-se agora sobre o local onde os cidadãos de Klagenfurt foram evacuados.
Klagenfurt tornou-se a primeira cidade austríaca a adaptar zonas pedestres, em 1961 e em 1973 (belo ano) absorveu quatro municípios adjacentes, aumentando a sua área.
O que mais atrai os turistas é o centro histórico da cidade, com as suas ruelas, as lojas e os restaurantes ao redor da Kramergasse. No calçadão mais antigo da Áustria, o que rege são as festividades. Por exemplo, na Altstadtzauber, que em tradução livre quer dizer "magia da cidade velha". A festa popular traz apresentações de música ao vivo e o maior mercado de pulgas do país, sempre no último final de semana do mês de agosto.
Outras atrações são o Christkindlmarkt, a feirinha de Natal, e o Silvesterkarneval, o carnaval na noite de São Silvestre. As festividades acontecem geralmente na praça Neuer Platz, ao lado do edifício renascentista da câmara municipal, na presença do símbolo oficial da cidade: um dragão.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Desabafo

Como eu gosto de ter colegas a ligarem-me do escritório de Faro, com problemas em aceder à rede e ao AS (basicamente o rapazinho não consegue trabalhar) e eu, 3 meses e meio depois, ainda não fazer puto ideia de como a p... da rede tá montada e como se resolvem os problemas. Curto mesmo... bué... de tal forma que só me apetece andar ao estalo.
As cerejas no topo do bolo: quem pode saber alguma coisa (acho que) continua doente e o meu mail tb não funciona (curto bué o Microsoft Exchange... bué mesmo...).
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Cidades do Euro 2008 - Zurique
Zurique é a maior cidade da Suíça. Localiza-se no nordeste do país, no centro da zona germanófona, e a norte do lago de Zurique. Do lago surge o rio Limmat, que cruza a cidade na direcção noroeste.
Possui 364 558 habitantes (2002), e uma região metropolitana contando com 1 091 732 (um sétimo dos 7,2 milhões de habitantes da Confederação Helvética). É a capital do Cantão de Zurique. Faz parte da Suíça desde 1351.
A origem do nome está provavelmente nas línguas celtas com a palavra Turus. Os celtas colonizaram a área pelo menos desde 500 a.C.; o nome romano da cidade era Turicum.
A cidade foi destruída no século V pelos alamanos. Converteu-se em cidade imperial em 1218, entrando na Confederação Helvética em 1351 e obtendo grande importância, graças à aquisição de numerosos condados vizinhos e à grande prosperidade do seu artesanato têxtil.
Zurique é o centro financeiro da Suíça e uma das bolsas de valores mais importantes da Europa. Em Zurique têm sede numerosos bancos, tais como o UBS e o Credit Suisse, seguradoras e empresas de alta tecnologia. Actualmente, cerca de um quarto das actividades da cidade são ligadas ao sector financeiro.
Um dos Factores que ajudam a atrair investimentos na região de Zurique são os baixos impostos e a possibilidade de grandes empresas fazerem acordos com as autoridades para conseguirem "impostos personalizados".
Zurique é também o mais importante centro de transportes da Suíça. Tem o maior aeroporto do país e da região dos Alpes.
Foi considerada pela pesquisa anual Mercer Human Resource a cidade com a melhor qualidade de vida do mundo. É também das cidades mais caras do mundo.
Zurique conta com a Universidade de Zurique. A Universidade é a maior do país e uma das mais prestigiadas da Europa.
Apesar de Zurique ser a cidade dos relógios, do chocolate, do queijo e da Heidi, é, igualmente, uma metrópole vibrante e surpreendentemente boémia, onde quase todas as semanas é inaugurada uma galeria de arte, estreia uma peça de teatro experimental, dão-se festas até de madrugada e descobrem-se novos restaurantes.
Pensa-se que o seu carácter ultracosmopolita se deve não só ao seu bem-estar económico e à enorme e bem conceituada universidade que atrai milhares de jovens todos os anos, mas também às diferentes culturas que, desde há séculos, aqui têm convergido.
O mais interessante é que esta amálgama de influências gerou uma cidade que transpira uma joie de vivre multi-culti, mas – e é isso que a torna única – adaptada à organização, ao temperamento contido e ao refinado sentido estético suíço.
Melhor época: em Abril, acontece a Queima de Inverno, uma das comemorações mais antigas da cidade, com procissões e queima de bonecos. No verão, entre Junho e Julho, o Festival de Zurique movimenta a cidade com espectáculos de dança, música e teatro
Para visitar...
FRAUMÜNSTER - Construída no século 14, chama atenção com sua delicada torre azul e, no interior, belos vitrais de Marc Chagall.
GALERIA DE ARTE - Tem obras importantes de Monet, Cézanne, Picasso, Miró e Munch
MUSEU NACIONAL DA SUÍÇA - Possui artefactos pré-históricos, objectos domésticos, roupas e móveis do período romano e medieval.
ZURICHSEE - Atravessando a ponte sobre o Rio Limmat se chega ao Lago Zurique. Tradicional local de passeio, o passeio junto às margens vai até o Jardim Chinês.
Possui 364 558 habitantes (2002), e uma região metropolitana contando com 1 091 732 (um sétimo dos 7,2 milhões de habitantes da Confederação Helvética). É a capital do Cantão de Zurique. Faz parte da Suíça desde 1351.
A origem do nome está provavelmente nas línguas celtas com a palavra Turus. Os celtas colonizaram a área pelo menos desde 500 a.C.; o nome romano da cidade era Turicum.
A cidade foi destruída no século V pelos alamanos. Converteu-se em cidade imperial em 1218, entrando na Confederação Helvética em 1351 e obtendo grande importância, graças à aquisição de numerosos condados vizinhos e à grande prosperidade do seu artesanato têxtil.
Zurique é o centro financeiro da Suíça e uma das bolsas de valores mais importantes da Europa. Em Zurique têm sede numerosos bancos, tais como o UBS e o Credit Suisse, seguradoras e empresas de alta tecnologia. Actualmente, cerca de um quarto das actividades da cidade são ligadas ao sector financeiro.
Um dos Factores que ajudam a atrair investimentos na região de Zurique são os baixos impostos e a possibilidade de grandes empresas fazerem acordos com as autoridades para conseguirem "impostos personalizados".
Zurique é também o mais importante centro de transportes da Suíça. Tem o maior aeroporto do país e da região dos Alpes.
Foi considerada pela pesquisa anual Mercer Human Resource a cidade com a melhor qualidade de vida do mundo. É também das cidades mais caras do mundo.
Zurique conta com a Universidade de Zurique. A Universidade é a maior do país e uma das mais prestigiadas da Europa.
Apesar de Zurique ser a cidade dos relógios, do chocolate, do queijo e da Heidi, é, igualmente, uma metrópole vibrante e surpreendentemente boémia, onde quase todas as semanas é inaugurada uma galeria de arte, estreia uma peça de teatro experimental, dão-se festas até de madrugada e descobrem-se novos restaurantes.
Pensa-se que o seu carácter ultracosmopolita se deve não só ao seu bem-estar económico e à enorme e bem conceituada universidade que atrai milhares de jovens todos os anos, mas também às diferentes culturas que, desde há séculos, aqui têm convergido.
O mais interessante é que esta amálgama de influências gerou uma cidade que transpira uma joie de vivre multi-culti, mas – e é isso que a torna única – adaptada à organização, ao temperamento contido e ao refinado sentido estético suíço.
Melhor época: em Abril, acontece a Queima de Inverno, uma das comemorações mais antigas da cidade, com procissões e queima de bonecos. No verão, entre Junho e Julho, o Festival de Zurique movimenta a cidade com espectáculos de dança, música e teatro
Para visitar...
FRAUMÜNSTER - Construída no século 14, chama atenção com sua delicada torre azul e, no interior, belos vitrais de Marc Chagall.
GALERIA DE ARTE - Tem obras importantes de Monet, Cézanne, Picasso, Miró e Munch
MUSEU NACIONAL DA SUÍÇA - Possui artefactos pré-históricos, objectos domésticos, roupas e móveis do período romano e medieval.
ZURICHSEE - Atravessando a ponte sobre o Rio Limmat se chega ao Lago Zurique. Tradicional local de passeio, o passeio junto às margens vai até o Jardim Chinês.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Cidades do Euro 2008 - Innsbruck
Outra das cidades do Euro 2008 é Innsbruck (Insbruque em português), que fica no oeste da Áustria, rodeada pelas montanhas Nordkette (Hafelekar, 2.334 m) ao norte, o Patscherkofel (2.246 m) e o Nockspitze (2.403 m) ao sul.

É uma das cidades mais antigas da Europa, povoada pelos romanos, que a baptizaram de Veldidena, e logo se tornou numa importante rota estratégica nos Alpes. Os bávaros chegaram a este vale no séc. VI e depois de terem passado pelas mão dos bispos de Brixen, é anexada pela Casa dos Habsburgo. O nome significa “Ponte sobre o Inn” e ganhou esse nome no séc. XII quando era um importante e fácil ponto de travessia do rio Inn, no Passo de Brennero que atravessa os Alpes ao longo da fronteira entre Itália e a Áustria. Torna-se capital do estado federal do Tirol no séc XV e, graças ao Imperador alemão Maximiliano I, vive o seu auge durante os séc. XV e XVI. Muitos dos monumentos da cidade foram mandados construir pelo Imperador que inclusivé, converteu a casa dos príncipes do Tirol em Palácio. Para além de Maximiliano I, outros Imperadores e Imperatrizes da Casa de Habsburgo se apaixonaram pela cidade.
As estâncias de esqui são um grande atractivo da cidade, que em 1964 e 1976 foram a sede dos jogos olímpicos de inverno.
As estâncias de esqui são um grande atractivo da cidade, que em 1964 e 1976 foram a sede dos jogos olímpicos de inverno.

terça-feira, 24 de junho de 2008
Off-topic dos off-topics
É que não tem mesmo nada a ver, mas tou tão contente e tão orgulhosa da minha kumadre, que não resisto a deixar aqui as obras de arte que ela fez para a minha casa. E já agora para vos deixar roidinhos d'inveja por não terem uma kumadre prendada como a minha.
A passadeira da cozinha:
quinta-feira, 19 de junho de 2008
A melhor música do Euro
Na altura do Mundial de 2006, a Rádio Comercial criou um hino que adorei. Este ano adaptaram-no para o Euro. Ouvi-o hoje pela primeira vez. Por sorte vim de carro, senão tinha feito uma figurinha bastante triste no 56, porque ri-me à gargalhada ao longo da Av. de Berna toda.
Letra: Vasco Palmeirim Música e Arranjos: Nuno Gonçalo
Quando joga Portugal [jogamos todos]
É uma festa sem fronteiras
Que há 4 anos foi estragada
Pelo ignóbil Charisteas
O melhor do Mundo é o Cristiano
No meu tempo eram as crianças
Quem o diz é aqui o açoriano…
“O melhor do Mundo é o Cristiano… e vamos ganhar às Franças!!!”
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com orgulho e paixão
Quando joga Portugal [jogamos todos]
É uma festa sem fronteiras
Que há 4 anos foi estragada
Pelo ignóbil Charisteas
O melhor do Mundo é o Cristiano
No meu tempo eram as crianças
Quem o diz é aqui o açoriano…
“O melhor do Mundo é o Cristiano… e vamos ganhar às Franças!!!”
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com orgulho e paixão
Queremos dar uma tareia nos Checos
Vamos ver Portugal campeão
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com alma e coração
Queremos dar uma coça na Turquia
Vamos ver Portugal campeão
Vamos ver... todos os jogos
Mesmo sem permissão do patronato
Venham os banhos: turcos e os checos
Venham as mines, a bifana e o courato
Churrascada para ver a bola
No intervalo, vou despejar o lixo
Queremos golos do Ronaldo e do Quaresma
Do Nuno Gomes e do Maniche
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com orgulho e paixão
Queremos dar uma coça na Suiça
Vamos ver Portugal campeão
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com alma e coração
Queremos dar uma tareia na Grécia
Vamos ver Portugal campeão!!!
Vamos ver Portugal campeão
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com alma e coração
Queremos dar uma coça na Turquia
Vamos ver Portugal campeão
Vamos ver... todos os jogos
Mesmo sem permissão do patronato
Venham os banhos: turcos e os checos
Venham as mines, a bifana e o courato
Churrascada para ver a bola
No intervalo, vou despejar o lixo
Queremos golos do Ronaldo e do Quaresma
Do Nuno Gomes e do Maniche
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com orgulho e paixão
Queremos dar uma coça na Suiça
Vamos ver Portugal campeão
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com alma e coração
Queremos dar uma tareia na Grécia
Vamos ver Portugal campeão!!!
FORÇA LOBOS!!!!! Butes dançar a chaka.. taka... ;)
Cidades do Euro 2008 - Berna
Berna, é a capital da Suíça. Berna é uma cidade germanófona, capital do cantão homónimo, e também uma comuna.Berna conta com aproximadamente 127 217 habitantes, estende-se por uma área de 51,6 km², de densidade populacional de 2465 hab/km² e é atravessada pelo rio Aar, confinando com as seguintes comunas: Bremgarten bei Bern, Frauenkappelen, Ittigen, Kirchlindach, Köniz, Mühleberg, Muri bei Bern, Neuenegg, Ostermundigen, Wohlen bei Bern, Zollikofen.
A língua oficial nesta comuna é o Alemão.
Berna está inscrita no Patrimônio Cultural Mundial da UNESCO, graças ao seu patrimônio medieval urbano, que conseguiu atravessar os séculos.
Berna foi fundada em 1191 pelo duque Berthold V de Zähringen que, de acordo com a lenda, teria dado o nome a cidade após ter matado um urso (Bär em alemão) — existiram ursos em Berna durante séculos. Pode-se ainda hoje vê-los na fossa dos ursos perto da Nydeggbrücke. Em 1353, Berna tornou-se o oitavo cantão da então jovem Confederação Suíça. Após um incêndio em 1405, a cidade foi inteiramente reconstruída.
Em 1848, a nova constituição federal faz de Berna a capital da Suíça.
Entre os bernenses ilustres encontram-se o cientista Albrecht von Haller, o poeta Jeremias Gotthelf, o escultor Bernhard Luginbühl e os pintores Ferdinand Hodler e Paul Klee. O físico de origem alemã Albert Einstein desenvolveu sua Teoria da Relatividade em Berna.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Bandeira da Áustria
A bandeira do outro país organizador do Euro 2008, é das mais antigas da Europa, tal como a da Dinamarca. Foi desenhada pelo Duque Frederico II (com um nome destes, devia ser um tio de Cascais) no séc. XII, quando queria distanciar-se do Sacro Império Romano. A representação mais antiga deste desenho encontra-se num escudo guardado no mosteiro de Lilienfeld, que data de 30 de Novembro de 1230.Há uma lenda que diz que a bandeira foi criada pelo duque Leopoldo V, durante as cruzadas, no território onde actualmente fica Israel, depois da batalha de Acre, quando os uniformes das tropas ficaram manchados de sangue, excepto a parte tapada pelo cinto.
A bandeira “sobreviveu” por largos anos, como símbolo da casa real austríaca e durante o Império Austro-Húngaro sofreu uma pequena alteração na faixa inferior para ter o verde da Hungria, mas com a anexação do território pelos nazis do III Reich, só voltou a ser usada após a Segunda Guerra Mundial.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Parabéns a nós
Provavelmente os outros blogueiros não se lembram, mas aqui o estaminé faz 1 aninho. Começou com a vontade de também ter um blog e de partilhar as nossas viagens e passeios a 3 (às vezes somos mais). Quisemos criar um blog sobre uma das nossas paixões, conhecer outros locais, tugas ou não. Para mim e para o primo as viagens começaram no longínquo ano de 1993, quando fomos com a Dina a Roma com uma pequena passagem por Veneza. 3 anos depois apaixonámo-nos por Malta. Em 2001 embarcamos pela primeira vez a caminho de Barcelona.
Em 2005, numa viagem a Andorra, "re-descubro" a Nanda e passa a fazer parte da parelha que tenho com o primo. Nesse ano fazemos a primeira "viagem a 3", depois da habitual passagem pelos reinos dos Algarves. Para aproveitarmos a estadia à borla, eu o primo e o Pedro regressamos a Barcelona com 3 estreantes (a Nanda, o João e o Filipe). Foi nesta cidade que inventamos a pose marie-claire.
Depois, só a 3, continuamos por tierras espanhuelas e descobrimos um pequeno paraiso no mediterraneo, Menorca. Foi durante a viagem aos Açores que demos a volta ao primo e conseguimos convencê-lo a escrever em mais um blog.
Em 2005, numa viagem a Andorra, "re-descubro" a Nanda e passa a fazer parte da parelha que tenho com o primo. Nesse ano fazemos a primeira "viagem a 3", depois da habitual passagem pelos reinos dos Algarves. Para aproveitarmos a estadia à borla, eu o primo e o Pedro regressamos a Barcelona com 3 estreantes (a Nanda, o João e o Filipe). Foi nesta cidade que inventamos a pose marie-claire.
Depois, só a 3, continuamos por tierras espanhuelas e descobrimos um pequeno paraiso no mediterraneo, Menorca. Foi durante a viagem aos Açores que demos a volta ao primo e conseguimos convencê-lo a escrever em mais um blog.
116 postes depois, com alguns desvios pelo caminho, cá continuamos cheios de vontade de passear :)))
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Cidades do Euro 2008 - Viena
Viena é a capital da Áustria e centro cultural e político do país. A cidade é dividida em 23 distritos e é cortada pelo rio Danúbio, até hoje um dos maiores símbolos da cidade e de essencial importância para a economia vienense. No rio Danúbio encontra-se a Torre de Danúbio, uma torre de metal de 287 metros que abriga um restaurante rotatório com uma vista magnifica para a cidade. Existem vários palácios, entre os quais o Palácio de Schönbrunn. A presença humana na actual Viena parece ter sido de origem celta (ca. 500 a.C.).Localiza-se na cidade de Viena uma das maiores catedrais góticas medievais, a Catedral de Saint Stephan (Stephansdom), um grande exemplo da arquitetura medieval que remonta ao século XI.
A cidade é um importante centro de música erudita muitas vezes mencionada como a Cidade dos Músicos, possui também uma sede das Nações Unidas, abrigando a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e a Agência Internacional da Energia Atômica (AIEA); encontra-se também na cidade a sede da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
Viena foi a cidade natal de diversos escritores, compositores e artistas em geral, destacando-se entre eles Strauss. Dentre as figuras vienenses está, também Freud, famoso psicanalista austríaco.
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