Mostrar mensagens com a etiqueta Euro 2008. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Euro 2008. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Cidades do Euro - Salzburgo


A última cidade do Euro que falamos aqui, viu nascer Mozart, Wolfgang Amadeus Mozart. É a quarta maior cidade da Áustria, capital do estado federal com o mesmo nome, e em 1997 o centro histórico da cidade foi classificado pela UNESCO como Património Mundial, graças aos exemplos de arquitetura barroca. Fica situada a oeste da Áustria, nas margens do rio Salzach, e as planícies a norte contrastam com as montanhas que limitam a cidade a sul, que serviam de "palco" ao musical Música no Coração.
O nome significa "Castelo do Sal" devido às embarcações que subiam o rio carregadas de sal e que no séc VIII tinham que pagar portagem aqui.
Há vestígios da presença humana durante o período neolítico e pensa-se que os Celtas foram os primeiros a estabelecerem-se aqui. Durante o Séc XV AC os romanos juntaram as várias povoações e chamaram-lhe Juvavum. A partir do ano 600 AC passou a ser governada pelos Duques da Bavária que, em 700 nomearam o Bispo Rupert Von Worms para projectos missionários na região e cujas doações monetárias, permitiram ao bispo transformar Salzburgo numa das igrejas mais ricas. Desde que se tornou arquidiocese até final do séc XVIII foi sempre governada pelos arcebispos, que conseguiram manter a importância cultural da região, mas não a importância política até final do séc XVI, o que levou a uma tentativa frustrada de alargar o território pelo arcebispo Wolf Dietrich von Raitenau, que entrou em guerra contra Berchtesgaden, em 1611. Até ao início do séc XIX vários arcebispos deixaram a sua marca na cidade, pelas contruções que mandaram fazer: a nova catedral de Salzburgo, a nova universidade, a igreja da Santíssima Trindade e o Hospital de St. Jonh (entre outras) que ainda hoje serve de hospital central.

Os arcebispos governaram até 1803, quando a cidade passou a ser um eleitorado do Sacro Império Romano da Nação Germânica ( até Napoleão (mais outro que não parava quieto) o ter atacado e dissolvido em 1806) até 1805 quando o acordo de Paz de Preßburg foi concluído e que determinou a inclusão de Salzburgo na Áustria. Mas este primeiro período austríaco só durou até 1809 quando o Império Austríaco em França declarou guerra e, após vitória das tropas de Napoleão, passou a ser administrado (durante ano e meio) por França.
Entre 1810 e 1816 passou de novo para as mão da Bavária, que levou à dissolução da assembleia geral e no Congresso de Viena, em Maio de 1816, voltou a fazer parte da Áustria. Nesta altura perdeu grande parte do seu território que levou a um declínio económico e de população, e ficou sob as ordens da monarquia austríaca. Com as revoluções de 1848 Salzburgo sofreu mais uma mudança e ganha o direito de ter a sua própria administração. Nas décadas seguintes apostaram no turismo (à custa do Mozart) e a chegada da linha ferroviária deu um grande impulso à economia da cidade que só parou em 1914 por causa da Primeira Grande Guerra e consequente fim do Império Austro-Húngaro, que quase matou à fome os salzburgueses... salzburguenses... os gajos de Salzburgo ;).

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Cidades do Euro - Klagenfurt

Klagenfurt, apesar de ser a cidade mais pequena de todas que receberam os jogos do Euro 2008, é a capital do Estado da Caríntia, com cerca de 95 mil habitantes e a sexta maior da Áustria.
Estádio Wörthersee
Fica junto ao lago Wörthersee, cujas águas são as mais quentes da Europa e que deu o nome ao estádio construído de propósito para o Euro 2008.
Esta cidade fica apenas a 45 minutos (de carro) da Itália e da Eslovénia,
A lenda diz que Klagenfurt foi fundada após um homem corajoso ter matado um dragão, mas na realidade foi fundada pelo Conde de Caríntia, Duque Herman, como ponto forte das rotas comerciais da área. É mencionada pela primeira vez no final do séc. XII como Forum Chlagenvurth, que ocupava uma zona sujeita a cheias frequentes e que por essa razão, o filho do Duque (
Bernhard von Spanheim) mudou a cidade para uma localização mais “seca” em 1246.
Nos séculos seguintes sofreu várias catástofres (incêndios e terramotos), foi invadida por gafanhotos e bárbaros. Em 1514 foi quase totalmente destruída por um incêndio e o Imperador Maximiliano I (olha o gajo outra vez), incapaz de a reconstruir, cedeu a cidade ao Parlamento Regional. Isto fez com que a cidade renascesse economicamente, em particular com a Neuer Platz (Praça Central), desenhada pelo arquiteto italiano Domenico de Lalio e outras construções renascentistas, arcadas e pátios também com influência italiana.
Em 1809 as tropas de Napoleão destruiram as muralhas da cidade, deixando apenas uma pequena parte que ainda se mantem. A economia da cidade foi impulsionada pela ligação ferroviária a St. Vein an der Glan, tranformando-a no mais importante centro da região.
Durante a Segunda Guerra Mundial, foi bombardeada 41 vezes que provocaram 612 mortos, a destruição de 443 edifícios e danificando outros 1132. Uma placa ergue-se agora sobre o local onde os cidadãos de Klagenfurt foram evacuados.
Klagenfurt tornou-se a primeira cidade austríaca a adaptar zonas pedestres, em 1961 e em 1973 (belo ano) absorveu quatro municípios adjacentes, aumentando a sua área.
O que mais atrai os turistas é o centro histórico da cidade, com as suas ruelas, as lojas e os restaurantes ao redor da Kramergasse. No calçadão mais antigo da Áustria, o que rege são as festividades. Por exemplo, na Altstadtzauber, que em tradução livre quer dizer "magia da cidade velha". A festa popular traz apresentações de música ao vivo e o maior mercado de pulgas do país, sempre no último final de semana do mês de agosto.
Outras atrações são o Christkindlmarkt, a feirinha de Natal, e o Silvesterkarneval, o carnaval na noite de São Silvestre. As festividades acontecem geralmente na praça Neuer Platz, ao lado do edifício renascentista da câmara municipal, na presença do símbolo oficial da cidade: um dragão.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Cidades do Euro 2008 - Zurique

Zurique é a maior cidade da Suíça. Localiza-se no nordeste do país, no centro da zona germanófona, e a norte do lago de Zurique. Do lago surge o rio Limmat, que cruza a cidade na direcção noroeste.
Possui 364 558 habitantes (2002), e uma região metropolitana contando com 1 091 732 (um sétimo dos 7,2 milhões de habitantes da Confederação Helvética). É a capital do Cantão de Zurique. Faz parte da Suíça desde 1351.
A origem do nome está provavelmente nas línguas celtas com a palavra Turus. Os celtas colonizaram a área pelo menos desde 500 a.C.; o nome romano da cidade era Turicum.
A cidade foi destruída no século V pelos alamanos. Converteu-se em cidade imperial em 1218, entrando na Confederação Helvética em 1351 e obtendo grande importância, graças à aquisição de numerosos condados vizinhos e à grande prosperidade do seu artesanato têxtil.
Zurique é o centro financeiro da Suíça e uma das bolsas de valores mais importantes da Europa. Em Zurique têm sede numerosos bancos, tais como o UBS e o Credit Suisse, seguradoras e empresas de alta tecnologia. Actualmente, cerca de um quarto das actividades da cidade são ligadas ao sector financeiro.
Um dos Factores que ajudam a atrair investimentos na região de Zurique são os baixos impostos e a possibilidade de grandes empresas fazerem acordos com as autoridades para conseguirem "impostos personalizados".
Zurique é também o mais importante centro de transportes da Suíça. Tem o maior aeroporto do país e da região dos Alpes.
Foi considerada pela pesquisa anual Mercer Human Resource a cidade com a melhor qualidade de vida do mundo. É também das cidades mais caras do mundo.
Zurique conta com a Universidade de Zurique. A Universidade é a maior do país e uma das mais prestigiadas da Europa.
Apesar de Zurique ser a cidade dos relógios, do chocolate, do queijo e da Heidi, é, igualmente, uma metrópole vibrante e surpreendentemente boémia, onde quase todas as semanas é inaugurada uma galeria de arte, estreia uma peça de teatro experimental, dão-se festas até de madrugada e descobrem-se novos restaurantes.
Pensa-se que o seu carácter ultracosmopolita se deve não só ao seu bem-estar económico e à enorme e bem conceituada universidade que atrai milhares de jovens todos os anos, mas também às diferentes culturas que, desde há séculos, aqui têm convergido.
O mais interessante é que esta amálgama de influências gerou uma cidade que transpira uma joie de vivre multi-culti, mas – e é isso que a torna única – adaptada à organização, ao temperamento contido e ao refinado sentido estético suíço.
Melhor época: em Abril, acontece a Queima de Inverno, uma das comemorações mais antigas da cidade, com procissões e queima de bonecos. No verão, entre Junho e Julho, o Festival de Zurique movimenta a cidade com espectáculos de dança, música e teatro
Para visitar...
FRAUMÜNSTER - Construída no século 14, chama atenção com sua delicada torre azul e, no interior, belos vitrais de Marc Chagall.
GALERIA DE ARTE - Tem obras importantes de Monet, Cézanne, Picasso, Miró e Munch
MUSEU NACIONAL DA SUÍÇA - Possui artefactos pré-históricos, objectos domésticos, roupas e móveis do período romano e medieval.
ZURICHSEE - Atravessando a ponte sobre o Rio Limmat se chega ao Lago Zurique. Tradicional local de passeio, o passeio junto às margens vai até o Jardim Chinês.


quinta-feira, 26 de junho de 2008

Cidades do Euro 2008 - Innsbruck

Outra das cidades do Euro 2008 é Innsbruck (Insbruque em português), que fica no oeste da Áustria, rodeada pelas montanhas Nordkette (Hafelekar, 2.334 m) ao norte, o Patscherkofel (2.246 m) e o Nockspitze (2.403 m) ao sul.

É uma das cidades mais antigas da Europa, povoada pelos romanos, que a baptizaram de Veldidena, e logo se tornou numa importante rota estratégica nos Alpes. Os bávaros chegaram a este vale no séc. VI e depois de terem passado pelas mão dos bispos de Brixen, é anexada pela Casa dos Habsburgo. O nome significa “Ponte sobre o Inn” e ganhou esse nome no séc. XII quando era um importante e fácil ponto de travessia do rio Inn, no Passo de Brennero que atravessa os Alpes ao longo da fronteira entre Itália e a Áustria. Torna-se capital do estado federal do Tirol no séc XV e, graças ao Imperador alemão Maximiliano I, vive o seu auge durante os séc. XV e XVI. Muitos dos monumentos da cidade foram mandados construir pelo Imperador que inclusivé, converteu a casa dos príncipes do Tirol em Palácio. Para além de Maximiliano I, outros Imperadores e Imperatrizes da Casa de Habsburgo se apaixonaram pela cidade.
As estâncias de esqui são um grande atractivo da cidade, que em 1964 e 1976 foram a sede dos jogos olímpicos de inverno.


quinta-feira, 19 de junho de 2008

A melhor música do Euro

Na altura do Mundial de 2006, a Rádio Comercial criou um hino que adorei. Este ano adaptaram-no para o Euro. Ouvi-o hoje pela primeira vez. Por sorte vim de carro, senão tinha feito uma figurinha bastante triste no 56, porque ri-me à gargalhada ao longo da Av. de Berna toda.
Podem ouvi-lo aqui.

Letra: Vasco Palmeirim Música e Arranjos: Nuno Gonçalo
Quando joga Portugal [jogamos todos]
É uma festa sem fronteiras
Que há 4 anos foi estragada
Pelo ignóbil Charisteas

O melhor do Mundo é o Cristiano
No meu tempo eram as crianças
Quem o diz é aqui o açoriano…
“O melhor do Mundo é o Cristiano… e vamos ganhar às Franças!!!”

Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com orgulho e paixão
Queremos dar uma tareia nos Checos
Vamos ver Portugal campeão
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com alma e coração
Queremos dar uma coça na Turquia
Vamos ver Portugal campeão

Vamos ver... todos os jogos
Mesmo sem permissão do patronato
Venham os banhos: turcos e os checos
Venham as mines, a bifana e o courato

Churrascada para ver a bola
No intervalo, vou despejar o lixo
Queremos golos do Ronaldo e do Quaresma
Do Nuno Gomes e do Maniche

Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com orgulho e paixão
Queremos dar uma coça na Suiça
Vamos ver Portugal campeão
Quando joga Portugal [jogamos todos]
Com alma e coração
Queremos dar uma tareia na Grécia
Vamos ver Portugal campeão!!!


FORÇA LOBOS!!!!! Butes dançar a chaka.. taka... ;)

Cidades do Euro 2008 - Berna

Berna, é a capital da Suíça. Berna é uma cidade germanófona, capital do cantão homónimo, e também uma comuna.
Berna conta com aproximadamente 127 217 habitantes, estende-se por uma área de 51,6 km², de densidade populacional de 2465 hab/km² e é atravessada pelo rio Aar, confinando com as seguintes comunas: Bremgarten bei Bern, Frauenkappelen, Ittigen, Kirchlindach, Köniz, Mühleberg, Muri bei Bern, Neuenegg, Ostermundigen, Wohlen bei Bern, Zollikofen.
A língua oficial nesta comuna é o Alemão.
Berna está inscrita no Patrimônio Cultural Mundial da UNESCO, graças ao seu patrimônio medieval urbano, que conseguiu atravessar os séculos.
Berna foi fundada em 1191 pelo duque Berthold V de Zähringen que, de acordo com a lenda, teria dado o nome a cidade após ter matado um urso (Bär em alemão) — existiram ursos em Berna durante séculos. Pode-se ainda hoje vê-los na fossa dos ursos perto da Nydeggbrücke. Em 1353, Berna tornou-se o oitavo cantão da então jovem Confederação Suíça. Após um incêndio em 1405, a cidade foi inteiramente reconstruída.
Em 1848, a nova constituição federal faz de Berna a capital da Suíça.
Entre os bernenses ilustres encontram-se o cientista Albrecht von Haller, o poeta Jeremias Gotthelf, o escultor Bernhard Luginbühl e os pintores Ferdinand Hodler e Paul Klee. O físico de origem alemã Albert Einstein desenvolveu sua Teoria da Relatividade em Berna.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Cidades do Euro 2008 - Viena

Viena é a capital da Áustria e centro cultural e político do país. A cidade é dividida em 23 distritos e é cortada pelo rio Danúbio, até hoje um dos maiores símbolos da cidade e de essencial importância para a economia vienense. No rio Danúbio encontra-se a Torre de Danúbio, uma torre de metal de 287 metros que abriga um restaurante rotatório com uma vista magnifica para a cidade. Existem vários palácios, entre os quais o Palácio de Schönbrunn. A presença humana na actual Viena parece ter sido de origem celta (ca. 500 a.C.).
Localiza-se na cidade de Viena uma das maiores catedrais góticas medievais, a Catedral de Saint Stephan (Stephansdom), um grande exemplo da arquitetura medieval que remonta ao século XI.
A cidade é um importante centro de música erudita muitas vezes mencionada como a Cidade dos Músicos, possui também uma sede das Nações Unidas, abrigando a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e a Agência Internacional da Energia Atômica (AIEA); encontra-se também na cidade a sede da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
Viena foi a cidade natal de diversos escritores, compositores e artistas em geral, destacando-se entre eles Strauss. Dentre as figuras vienenses está, também Freud, famoso psicanalista austríaco.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Cidades do Euro 2008 - Basileia

Com o cuzinho já nos quartos de final, Portugal vai jogar o último jogo de Grupo e o jogo dos quartos na Cidade de Basileia.
Localizada no noroeste da Suíça, Basileia faz fronteira com a Alemanha e com a França. É cortada pelo rio Reno, que a divide em Basileia e Pequena Basileia (Klein Basel), esta na margem oposta do rio, junto a Lörrach. Sua localização favoreceu o desenvolvimento da cidade, como pólo financeiro e de transportes.
Com 166 mil habitantes, é a terceira cidade mais populosa do país. Sua aglomeração conta com 690 mil habitantes, e se estende além das fronteiras com a França (Saint-Louis e Huningue, na Alsácia) e com a Alemanha (Weil-am-Rhein e Lörrach no Baden-Württemberg).
Basileia é sede do Banco de Compensações Internacionais (um espécie de banco central dos bancos centrais), na cidade há um Jardim Zoológico famoso pela quantidade de espécies raras que abriga, como o asno-da-somália, o leopardo-das-neves e o ocapi. (ao qual eu não faço puto de ideia o que são, mas pelas imagens devem ser muito ferozes... uuuuuuuuuuuuu. PS: fica ai os links da maravilhástica wikipédia).
Basileia também é conhecida por ser a terra natal do tenista Federer e pelo Basel FC, umas das mais importantes equipas de Futebol da Suíça.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

CIdades do Euro 2008 - Genebra



Genebra (francês Genève, alemão Genf, italiano Ginevra, espanhol Ginebra, inglês Geneva, Romanche Genevra), palco dos primeiros jogos de Portugal no Euro. Genebra é umas das cidades mais conhecidas da Suíça e a segunda maior, a seguir a Zurique. É conhecida por albergar algumas Sedes das mais conhecidas organizações do mundo como Organização das Nações Unidas, Organização Mundial do Comércio, Organização Mundial da Saúde, Comitê Internacional da Cruz Vermelha e Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, entre muitas outras, que elevam Genebra a umas das cidades mais "V.I.P.'s " do mundo.
Genebra é considerada pela pesquisa mundial de qualidade de vida do planeta a melhor, e subiu a uma posição melhor, em relação ao ranking do ano passado em função do seu sistema escolar, considerado o melhor do mundo.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Cidades do Euro 2008 - Neuchâtel

Na tentativa de introduzir o nosso blogue, também na euforia do Euro 2008, lembrei-me de falar um pouquinho das várias cidades que acolhem o Euro, e também na cidade que acolhe a nossa selecção, que neste momento mais parece a capital de Portugal.

Neuchâtel (Novo Castelo) é a capital do cantão suíço e está localizada na margem do lago de Neuchâtel.
Neuchâtel é bastante conhecida pelos seus fabricantes de relógios e pela variedade típica do fondue (fondue Neuchâteloise). Que eu adorooooo, ai a minha dieta.
Suas principais actividades económicas actualmente são o turismo, fabrico de charutos, vinhedos e várias empresas de alta-tecnologia.

Apesar de sua população relativamente pequena, Neuchâtel tem vários e excelentes museus, o Latenium - um museu de arqueologia, ainda o "Homens" (museu etnográfico), um museu artístico e histórico, onde é possível encontrar um dos primeiros robôs feitos pelo homem.

Cidade tipicamente Suiça, e de beleza indiscutível, sempre pronta a acolher todos os que por lá queiram passar.