Para regressar aqui, mais concretamente aqui mesmo, sem a partnaire do costume, mas com a minha amante e o marido dela (nunca mais são 5 da tarde para fugir daqui).
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Só para ficarem roidinhos d'inveja
(e porque sou uma grande cabra quando quero ;) )
As blogueiras vão esta noite, repetir o passeio medieval do ano passado. Este ano sem a desculpa (como se fosse preciso alguma) de ir ver a prima da prima. Logo a seguir ao trabalho lá vamos nós, direitinhas que nem fuzos, pela A8 a babar pelo belo chouriço assado que nos aguarda.
Para quem não aguentar a inveja e quiser ir, visitem o site oficial, que a gente não dá boleia a ninguém ;).
Nandinha, leva a tua machine pq a minha não sabe tirar fotos à noite.
Edit pós-passeio:
Sinto cada regresso a Óbidos, como se fosse um regresso a casa e, bem vistas as coisas, metade de mim regressa a casa: sou metade obidense e metade Arquipacence. Agora, aqui sentada no pc a escrevinhar, tenho o coração aconchegadinho por mais este regresso e a barriga aconchegadinha com o restinho da fatia de broa de milho do jantar medieval;)
(A volta pelas muralhas não escapa da próxima vez).
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Passeio à Idade Média
Mesmo quase a partir em trabalho de pesquisa, deixamos aqui mais uma sugestão, uma visita ao Mercado Medieval de Óbidos. O facto de ter lá a prima (não é a irmã do primo) a vender ginja, fez-me meter no carro a caminho de uma das 7 maravilhas tugas depois do trabalho, e arrastar a outra blogueira comigo. O Mercado decorre até dia 22 de Julho, na Cerca do Castelo (entram na vila e seguem pela Rua Direita até ao fim, a bilheteira é ao cimo das escadas) e, meus amigos, vale a pena a visita.
Animação não falta, desde música da época (para quem gosta, como nós, eles têm Gaita de Foles) a actores e figurantes para ajudar a criar o ambiente, tabernas para matar a fome com grelhados e sopinhas e, claro, as barracas com artesanato mouro e espanhuel (sacanas metem o bedelho em tudo). Para os mais atrevidos existem também as chamadas “meninas”, mas são “meninas” de rua (como isto é um blog sério, não se pode dizer putas). Tenham cuidado com os maridos (ou com as esposas) porque elas são atrevidas e querem fazer negócio. Também existem duendes, um bocadinho altos, mas com umas orelhas tã lindas.
Animação não falta, desde música da época (para quem gosta, como nós, eles têm Gaita de Foles) a actores e figurantes para ajudar a criar o ambiente, tabernas para matar a fome com grelhados e sopinhas e, claro, as barracas com artesanato mouro e espanhuel (sacanas metem o bedelho em tudo). Para os mais atrevidos existem também as chamadas “meninas”, mas são “meninas” de rua (como isto é um blog sério, não se pode dizer putas). Tenham cuidado com os maridos (ou com as esposas) porque elas são atrevidas e querem fazer negócio. Também existem duendes, um bocadinho altos, mas com umas orelhas tã lindas.
Antes de irmos para o Mercado e por não sabermos que havia onde comer lá dentro, fomos ao Lagar da Mouraria comer um chouriço assado e beber um vinho. Descobri este bar/restaurante (sei lá o que chamar àquilo) quando fui há 3 anos ao Festival do Chocolate. Para fugirmos do trânsito de gente na Rua Direita, fomos pelas outras ruazinhas para chegar à Cerca e demos com o Lagar. Fica um bocadinho escondido, mas há placas a indicar o caminho, a partir da Rua Direita. Tem chouriço, morcela e farinheira para assar, prato de Tapas (queijo, fiambre e presunto) e um vinho da casa que é óptimo. Ontem estavam uns bifes muito british na mesa ao lado da nossa que, quando viram a gente a assar o chouriço, acharam aquilo nojento. Sabem lá eles o que é bom, se provassem de certeza que ficavam doidos com aquilo. Parvalhões.
domingo, 24 de junho de 2007
A minha "7ª Maravilha" Tuga preferida
O Pedro defende as cores Algarvias, com a Fortaleza de Sagres. Eu defendo o monumento que, entre os candidatos, mais significado tem para mim, o Castelo de Óbidos. E porquê? Porque o meu pai é natural desta bela localidade, que dantes era à beira-mar plantada, fui lá umas 845.273 vezes, mais coisa menos coisa, de visita aos avós, que moravam junto à muralha do lado de fora da vila. Quando era miúda e chegava a Óbidos, não descansava enquanto não ia à Porta da Vila comprar tremoços e pevides à senhora que estava sempre lá. Às vezes ainda tinha direito a colares de pinhões, que o meu pai ainda me traz, cada vez que vai à feira de Santo Antão. Ou ir até à fazenda do avô apanhar ameixas, de preferência de moto (tipo famel) ou, melhor ainda, de mula.Apesar do número de visitas, continuo a adorar cada regresso. Não me fascina tanto como a quem visita Óbidos pela primeira vez, ou não foi lá tantas vezes como eu, mas sinto-me em casa e continuo a adorar aquilo. Excepto nas alturas que “está à pinha”, excesso de gente estraga a vila. Adoro percorrer a Rua Direita desde a porta da vila até ao Castelo (onde é a Pousada), voltar pela Rua Josefa d’Óbidos, dar a volta à muralha para desfrutar das vistas.A última foi algures o ano passado, ver a ópera Fígaro na Cerca do Castelo.
Não vos vou contar a história do castelo, para isso têm o Wikipedia ou o site das 7 Maravilhas Tugas. Só vos digo que vale a pena a visita, quem não conhece, tem aqui um aperitivo. Foi de onde as fotos deste poste foram descaradamente roubadas. Espero que o autor das fotos não se zangue comigo por colocar aqui o link do Flickr sem autorização, mas tem as fotos mais lindas que encontrei de Óbidos.
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