quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Nadica di nada

É que não tem mesmo, mas mesmo nada a ver com o propósito aqui do estaminé, mas tem tudo a ver com os problemas que tenho a falar com a malta do Clix. Levam semanas a responder, sem nunca me resolverem o problema e tb têm alguma dificuldade em perceberem o que eu quero. Liguei para lá porque não conseguia ver a factura electrónica. O que eles percebem? Que eu quero aderir à factura electrónica. Ddddaaaahhhhh já aderi, o meu problema é vê-la...
Vou começar a falar com eles assim, pode ser que me percebam ;)


terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

PARABÉNS!!!!!

O blogueiro deste estaminé, faz anos. Para o primo querido fofo lindo do coração que a prima mais gosta (e tenho mais primos), das coisinhas mai lindas que o Senhor lá de cima (seja Ele quem for) deitou ao mundo, um grande beijo de PARABÉNS!!!


PS: Faz quatro anos que távamos em Londres, todos contentes a rapar um frio do caraças e a curtir bué o "Chitty Chitty Bang Bang"...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Bandeira da República Helénica

Mais uma bandeira para ficarem a conhecer, a do último país que visitámos.


A Σημαία της Ελλάδος (bandeira da Grécia) é constituída por nove riscas horizontais, que uns dizem que simbolizam as 9 síladas do grito de guerra "Ελευθερία ή Θάνατος" ("Liberdade ou Morte") utilizado na altura em que os gregos correram com os Otomanos à porrada, e outros dizem que simbolizam as nove Musas (Deusas da Arte e da Civilização). O azul representa o céu e o mar e o branco representa as nuvens e a espuma das ondas.
A cruz branca no canto superior esquerdo simboliza a Igreja Ortodoxa Grega, a religião da maioria dos habitantes.
Ao longo da história tiveram várias bandeiras, a actual foi adoptada pela Primeira Assembleia Nacional na longínqua data de 13 de Janeiro de 1822.
Algo que sempre me fez confusão foi o porquê de "gregos" e "helénicos", duas palavras tão diferentes para o mesmo. Mais confusão me fez quando soube que o nome oficial da Grécia, é Ellada (Ελλάδα). Segundo o Wikipedia, por alguma razão estranha, os Romanos chamavam Gregos (græcus) aos Helenos, habitantes de Heláde (Græcia).

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Off-Topic Parte 3

Esta coisa da internet é gira, muito gira. O Sitemeter faz uma lista dos visitantes desta página, algo muito útil, tanto para descobrir nomes estranhos, como para rir à gargalhada a ver as pesquisas que se fazem no Google e que trazem as pessoas ao nosso modesto estabelecimento. Alguns exemplos:

  1. Procuram a Rameleira e sai deste blog para o link do turismo em Veneza... faz sentido, são parecidas... (mas quem é que faz 5 pesquisas na net sobre a Rameleira)
  2. Brazucas à procura de sítio no Dubai para comprar relógios (?!?!?!?!)
  3. Um louco desvairado da Amadora a ver como vai de autocarro para Atenas... Larga as drogas ;)
  4. Malta do Cartaxo que deve vir a Lisboa brevemente e começa já a estudar as hipóteses para os tempos "mortos" e vêm cá parar porque anda à procura de putas no Tagus Park... Monsanto e Restelo também têm bastante oferta deste tipo de serviço
  5. Fenais da Luz, Açores - Excelente candidato a Nomes Estranhos
  6. Em Alenquer, alguém quer saber que tipo de férias pode fazer no Algarve... Ó amigo/a, tudo depende do que está disposto/a a gastar....
  7. Alguém em Águeda está extremamente baralhado e chega aqui porque pesquisa no Google "zoomarine dubai". Ok, o Algarve deve ter uns quantos Árabes, mas infelizmente ainda não é o Dubai.
  8. Há quem procure nomes estranhos de terras... Vieram ao lugar certo ;)
  9. Pesquisaram "bricolage pintar azulejo wc"... Basta comprar primário para azulejos ;)

No meio desta mistura toda, ainda conseguimos prestar um serviço público, já que muitos visitantes vêm à procura de informações de sítios onde já estivemos e utilizam o que vamos postando e os links :D

Claro que também há aqueles que vêm aqui parar porque clicam lá em cima onde diz "Blogue seguinte". Daí já termos tidos visitantes dos quatro cantos do mundo: da Rússia, da Islândia, da Índia, dos states, etc etc etc....

Só não achei piada ao alfacinha que veio cá na terça à tarde, especificamente à procura da minha piolha e por cá ficou 18minutos, deve ser o mesmo caramelo das 5 pesquisas por Rameleira...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Nomes Estranhos - Capítulo V


Mais um nome estranho, que desta vez nos leba ao nuorte, carago.
Cucujães é uma vila do concelho de Oliveira de Azeméis, com a estonteante àrea de 11,73 Km2 e 11094 habitantes e atravessada pelo rio Ul (que raio de nome).
Este lindo nome vem do latim "cucullianis" (elevação de terreno, montão), que tudo tem a ver com o terreno acidentado, mas bastante fértil, onde a vila se situa.

Cucujães é bastante antiga e no tempo dos romanos era atravessada por várias estradas, inclusivé a que ligava Coimbra ao Porto. Esta freguesia pertence, desde o tempo dos godos, a um vasto território conhecido por Terras de Santa Maria ou Terras da Feira (provavelmente foi daqui que surgiu Santa Maria da Feira, digo eu). Tinha os grandes privilégios dos outros moradores daquele território: os cavaleiros que ali viviam eram equiparados aos infanções (antigo título de nobreza inferior ao de rico-homem) e os peões tinham foros de cavaleiros.

Há imenso que ver em Cucujães, entre igrejas, capelas, pontes e afins, monumentos não faltam a esta vila.

Apesar de antiga, nada pára a modernidade nesta vila, há um semanário digital e a página da vila tem bastante informação.

Os cucujanenses devem adorar juntar-se em conbíbio, Há imensos grupos desportivos e não só. O que achei mais piada é o Grupo de Amizade, para actividades lúdico-recreativas (?). Também têm filarmónica, escuteiros, atletismo, xadrez, BTT entre outros.

(Antes que comeces com as boquinhas foleiras, descobri este nome na net, noutro blog)

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Dubai

(o post que se segue é da exclusiva responsabilidade da meninha Xaninha)


Cidade que nasce do deserto nos anos 70, construída de raiz desde aí. Tudo novo, edifícios grandiosos, carros de luxo, hotéis fantásticos e praias lindas. Local onde está presente a diversidade da cultura muçulmana.
Este país difere de muitos outros por aquilo que se visita. Não vamos lá para conhecer a história dos antepassados, nem para ver monumentos de anos ou séculos atrás. Aqui desfrutamos das magníficas praias de água azul turquesa, dos enormes shoppings que recriam países ou mesmo do deserto que cerca o Dubai. O célebre hotel de 6 estrelas "Burj al-Arab" é de facto muito bonito... Mas não deixa ninguém indiferente, de dia branco à noite passa por uma iluminação com as mais variadas cores.



Neste lugar é obrigatório fazer um super rali no deserto, com o cinto bem posto e adrenalina no estômago, aqui vamos nós para as dunas :) Há que confiar em quem conduz pois a determinada altura apenas vemos areia e céu. Não sabemos bem como se orientam no deserto, principalmente quando começa a anoitecer. Após o pôr do sol um jantar debaixo de um céu estrelado, em pleno deserto convida à animação. Uma noite verdadeiramente típica, onde num conjunto de tendas se recria aquilo que foi o passado ainda não muito longínquo. Está servida a refeição à base de borrego assado e cuscus.
Nos restantes dias há muito que fazer com transporte gratuito dos hoteis para o shopping não vale a pena ir com pensão completa, pois todos possuem area de restauração com uma variedade de comida ocidental direccionada essencialmente para o fast-food. Por uma semana aproveitem porque aqui não há pechinchas.
Na cidade encontram-se diversos bairros típicos, valendo a pena fazer um passeio pelas ruas coloridas pelo artesanato, especiarias e até ouro.
É um país que interessa visitar pelas novas construções feitas de formas de tão diversas e inovadoras. Onde a utilização de materiais ultrapassa todo o nosso imaginário e a concepção arquitectónica não conhece barreiras. Ali não há "passado", mas o futuro desenha-se para o bem estar e conforto. Estes factores aliados ao clima ameno, a águas transparentes e mornas numa praia de extenso areal convidam a querer estar e voltar.

Nota: numa economia perfeitamente controlada existe um pequeno bairro onde residentes oriundos de países limitrofes estabeleceram o seu pequeno negócio de venda de artigos de "marca" falsificada (malas, sapatos, relógios, roupas, óculos) que fazem as verdadeira delícia dos turistas, que no meio de grande regateio conseguem óptimas compras. Pode confiar, qualquer taxi o transporta até lá :).

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Passeio a terras Atenienses

Com a desculpa de festejar o meu aniversário e o do Rui, decidimos tirar 5 dias para passarmos 3,5 dias em Atenas. Sim leram bem, para ir de Lisboa a Atenas e voltar, a viagem ocupa dia e meio. Para lá entrámos no aeroporto de Lisboa às 10h e saímos em Atenas 12 horas depois (00h00 locais). O regresso foi mais rápido, “só” demorou 9 horas, não tendo em conta os fusos horários.

Nóis na Acropolis
No aeroporto tinhamos chouffer à nossa espera, um miniautocarro, aí para umas 30 pessoas, ocupado com 5 manfios. Quando entrámos na cidade o senhor ia-nos indicando alguns pontos de interesse. A parte gira foi eu apontar para um sinal com o nome do Monte que queria ir (Likavittos) e dizer “é o monte que está naquela placa que quero ir”. Responde o senhor motorista, em inglês: “Não, Plaka (bairro de Atenas) não é aqui, é para o outro lado”...
A primeira impressão de Atenas não foi muito boa, devido à localização do hotel que está numa zona “manhosa” e com bastante mau aspecto. Ao contrário da vizinhança, o hotel até tem muito bom aspecto, apesar de ter caido um bocado de tecto numa das varandas. Após o check-in ainda fomos à rua porque havia quem estivesse de desejo de um leitinho quente (à uma da manhã). A esta hora ainda havia um transito medonho na rua, tanto de carros como de pessoas e conseguimos encontrar cafés abertos.
Tal como os madrilhenos, os atenienses passam a vida na rua, seja de dia ou de noite, as ruas estão sempre cheias de gente. O único shopping que vimos é tipo Corte Inglês.
O meu maior medo era as placas com os nomes das ruas estarem escritas só em Grego, felizmente todas têm o nome escrito em letras latinas, para que os estranjas se consigam orientar. Até o metro fala inglês, ao contrário do nosso.
Vimos montes de ruinas, andámos bué a penantes e ainda demos uma voltinha saloia num comboiozinho.

Atenas, vista de Likavittos
Felizmente tudo correu bem, inclusivamente o que correu mal: a tentativa de jantar no Hard Rock acabou por ser uma coisa boa (comemos bem melhor), a confusão que fizemos entre Kerameikos e o primeiro (e actual) cemitério de Atenas onde tivemos oportunidade de assistir a uma discussão bem acessa entre gregos e onde a Nanda fez a linda figura de entrar de máquina ao pescoço e guia na mão, quando estava um funeral prestes a começar, para perguntar onde fica Kerameikos.
Eu gostei de Atenas, não fiquei com muita vontade de voltar, se tiver que regressar não me importa, mas não faço questão. Regressar à Grécia é outra conversa, pelo que li há muito que ver fora de Atenas e um cruzeiro pelas ilhas gregas no Verão tb não parece mau de todo (cruzeiros só no Mediterrâneo, pq não tem tsunamis).
A cidade é gigantesca, a poluição é mais que muita, mas vale a visita. É fácil andar pela cidade a pé, a única subida difícil que apanhamos foi a caminho de Likavittos. A rede de metro é pequena, mas serve para os passeios maiores. Por 3€ compra-se um bilhete que dá para andar em tudo o que é transporte público em Atenas (metro, tram e autocarros) durante 24 horas. Se quiserem apanhar o bus turístico, ficam dois avisos: 1º O bus turístico é igual aos restantes autocarros da carris lá do sítio; 2º se os quiserem apanhar, atirem-se para o meio da estrada porque eles não páram ;)
As fotos do passeio estão aqui.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Passeio a Madrid – Parte I

Metropolis
(a segunda parte há-de ser escrita pela outra blogueira)
Uns 17/18 anos depois, voltei a Madrid. Confesso que tenho um pouco de azia a Ispianha (Barcelona não é Ispianha), talvez por há 17/18 anos atrás ter sido obrigada a ir, em pleno verão, a Madrid, via Sevilha e acampando pelo caminho :S.
Desta vez, demo-nos ao luxo de ir de avião. A Iberia está com uns preços e horários fantásticos, que deixam aproveitar bem o fim-de-semana. Fomos sábado às 7h e regressámos domingo às 23h.
A principal razão que nos levou a terras de ispanhiois foi a exposição da Paula Rego no Centro de Arte Reina Sofia
. Para quem gosta da artista, aproveitem para ver esta exposição até 24 de Dezembro, muito dificilmente se fará outra com tantas obras.
(a parte dos museus fica para a outra blogueira, porque ela é que me obrigou a ver os três museus)

Palácio de Cristal
Dá gosto ver os madrilenhos a aproveitarem a cidade que têm, em vez de fazerem como os tugas e enfiarem-se nos shoppings, andam na rua, tanto de dia como de noite. É impressionante a quantidade de gente que se vê e ouve (fdp dos ispanhiois buzinam às tantas da madrugada) na rua, mesmo com o frio que fazia. O que não faltavam na rua eram bebés, enfiados em “sacos-cama” e crianças pequenas e grandes. Só me lembro de ver tanta gente na rua em Lisboa, quando era bem mais nova e faziam-se “peregrinações” à baixa pombalina para as compras.

O bus turistic não tem a piada do de Barcelona, mas é bom. Chama-se Madrid Vision, não tem as “paradas stop” de que tanto gostamos, mas funciona da mesma maneira: duas rotas (Madrid Antiga e Moderna), 15,80€ para entrar e sair as vezes que se quiser durante um dia. Nem quis acreditar quando vi que uma das paragens chama-se “El Corte Inglês” e indica como único ponto de interesse nesta paragem, o “El Corte Inglês” (deve ser fetiche dos ispanhiois).

Podem ver as fotos aqui.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Finalmente!

Finalmente! Depois de tanto falar, divulgar, eis que me aparece hoje de manhã esta belissima noticia em vários jornais diários. Ainda não se sabe a data da abertura, mas o ano já está definido, 2008. Para os muitos admiradores, ou novatos na matéria, ponham-se na fila, pois eu estarei à porta no dia da inauguração,...lol!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Resumo do passeio a Madrid

Palácio RealTemperatura máxima - 12 graus (ao início da tarde)
Frio - Muito
Museus – 3 (Reina Sofia, Prado e Thyssen)
Kms andados – Nem quero saber...
Dores nas pernas – Bué delas, allover (abaixo da cintura doí-me praticamente tudo)
Paciência para aturar espanhiois – Continua a ser pouca ou nenhuma (nem quando falamos a lingua deles, eles nos entendem)
Ideia Parva nossa – Ir do Estádio Santiago Barnabéu às Portas da Europa a pé (o regresso foi de metro)
Ideia Parva do espanhiois - O Palácio de Cristal cheio de lenha (dizem eles que é uma exposição)
Falha imperdoàvel – passámos por dois El Corte Inglês e não entrámos em nenhum
Starbucks - 5 :D:D:D:D:D

PS: A foto não é nossa. Mais detalhes em breve.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Parece, mas não está ;)

Pode parecer que este blog está ao abandono, mas não, pelo menos não completamente. Não têm havido novos passeios nem viagens, mas vão haver :D
A primeira está a 15 dias de distância quando as blogueiras deste estaminé vão de fim-de-semana a Madrid. A loucura é ir de avião, por culpa da Iberia que anda com uns preços fantásticos. Podem encontrar-nos nos museus, algures pelo centro de Madrid e claro, no STARBUCKS!!!!!!
A segunda, 15 dias depois de Madrid, a Atenas. Nesta já vai o outro blogueiro, mais dois compinchas que parecem ser excelentes companheiros de viagem. Conhecer o berço da democracia e dos Jogos Olímpicos, a amiga internética, ver os evzones, etc etc etc e beber bué STARBUCKS!!!!!

sábado, 27 de outubro de 2007

Viajar

Se há algo que me motiva sempre para uma viagem, é a vontade interior de sair daqui, e conhecer outros sítios e coisas novas. Comidas apetitosas, e diferentes, outras pessoas,....outros cheiros, cores,....o diferente e inesperado.
Gosto sempre de regressar, mas também,.......tou sempre pronta para pegar na mala e sair daqui pra fora.
Tudo serve de pretexto para ir dar um giro, seja “cá dentro” ou lá fora.
E se juntarmos a estes desejos outras pessoas que gostem de fazer o mesmo,..então aí sim o resultado é este blog, são trocas de experiências e gostos, e a vontade de viajar.
As afinidades das pessoas, especialmente quando se viaja em grupo, é muito importante, o respeitar os gostos diferentes e saber conjugar todas as vontades, para que a organização da viagem seja satisfatória a todos. O planeamento prévio é importante, saber o desejos de todos, os locais a visitar, que tipo de passeios querem fazer. Se preferem ficar no hotel, a dormir a manhã inteira, ou se preferirem levantar o rabiosque cedo da cama para aproveitar e ver o maior número de coisas, se ao almoçinho não dispensa o talher, ou se um Fast food resolve o seu problema! Tudo isto são motivos que podem causar frison, entre os participantes de uma viagem. E quando neste grupo existem crianças, á que saber abrir mão de muitas coisas, em prol do grupo, sabendo que á partida é difícil fazer diversas coisas com crianças.
O leque variado que existe de roteiros turísticos e agora com a nossa bela internet tudo é fácil de escolher e programar, até ao ínfimo pormenor. Sejam criativos, alegres e sempre bem dispostos, assim contagiam um grupo e a viagem se torna agradável, saibam ceder, tal e qual uma relação, nem tudo pode ser à nossa maneira. Eu tenho tido a sorte e também a destreza de ter me juntado a um grupo de pessoas que foram, são e continuaram a ser minha melhor companhia para viajar. Bem haja!

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Amarante

Este sim é daqueles sítios que amo de paixão, sempre que lá vou, sinto-me como se recuasse no tempo, talvez na época Medieval, imagino cavaleiros com as suas armaduras montados nos seus cavalos e eu, donzela vaporante, a passear nas ruas, à espera da chegada do meu cavaleiro.
Local apaixonante, bom para namorar, dar passeios à beira rio, ou mesmo pedalar nas gaivotas que existem no rio.
Conheço Amarante desde pequenina, fiquei sempre com boa impressão, e se alguém me perguntar um local em Portugal que eu gosto, de certeza que a minha resposta passa sempre por Amarante.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Criptopórtico


No sábado eu e a Nanda fizemos um passeio ao subsolo alfacinha, para visitar as Galerias Romanas da Rua da Prata. Chegámos às 9h30 e a fila na Rua dos Correeiros chegava à Rua da Vitória (2 quarteirões). Quatro horas depois lá conseguimos descer as escadas minúsculas.
Estas galerias foram descobertas em 1771 aquando da reconstrução da baixa após o terramoto de 1755. Ao longo do tempo houve várias teorias sobre qual seria a finalidade desta construção: porto para embarcações pequenas, fórum e até termas, devido à água que “nasce” do chão (não existe nenhuma nascente, a água que invade as galerias provém de ribeiras subterrâneas). Finalmente concluíram que aquilo é um criptopórtico, que serve para suportar outras edificações de grande porte, que os romanos utilizavam para construir em terrenos “frágeis”. Em 1771 aproveitaram isto para servir de alicerce aos prédios da baixa pombalina e abriram uns buracos para que a população se pudesse abastecer de água.
Ainda hoje não se conhece a verdadeira extensão das galerias (a parte visitável é um terço do que conhecem) devido aos colectores de esgoto que passam por lá e que fecharam alguns corredores.
Esta visita só é feita uma vez por ano, porque normalmente tem 1,30m de altura de água e os bombeiros fazem o favor de retirar de lá a água.
No site do Sapo, podem ver um vídeo e fotos.



segunda-feira, 1 de outubro de 2007

"Veneza" do Norte

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Bruges, pequena cidade localizada a Ocidente, na região de Flandres, Bélgica. Local deveras bonito, e que poucos conhecem (aonde me incluo), ou nem mesmo nunca ouviram falar. Não é à toa que é apelidada de “Veneza do Norte”. Pequena maravilha, e "pedra preciosa" deste país.
Gostava muito de lá ir, e talvez assim consiga convencer os meus amiguinhos blogueiros a irem comigo, e colocar este nome, na nossa inúmera lista de locais a visitar.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Vulcão dos Capelinhos


Faz hoje 50 anos que o vulcão dos Capelinhos “acordou p’rá vida”, cujas erupções destruíram habitações e campos nas freguesias do Capelo e Praia Norte. Foram os vigias da baleia que alertaram a população para a ebulição do mar, a meia milha da costa oeste. O vulcão esteve em actividade mais de um ano, acordou às 6h45 de 27 de Setembro de 1957 e adormeceu na tarde de 24 de Outubro de 1958. Até hoje tem-se mantido adormecido.
Antes da erupção submarina, houve mais de 200 sismos e foram lançados a alturas impressionantes jactos de cinza e vapores. Devido à projecção de lava, surgiu uma ilha, baptizada de Ilha Nova, a 10 de Outubro, que se afunda no final do mesmo mês. Em Novembro as erupções recomeçam (criando uma outra ilha, que se liga à Ilha do Faial através dum istmo) cada vez mais potentes, até terminarem a 16 de Dezembro, altura em que começou a efusão de lava que levou ao aumento da ilha em 2,50 km². Com a erosão e devido ao clima dos Açores, este aumento de ilha foi reduzido para metade, correndo o risco de desaparecer.
Este vulcão é considerado caso único no mundo por ter sido observado e estudado durante todo o período em que esteve em actividade. Começou como vulcão submarino e, devido à quantidade de lava “cuspida”, acabou como vulcão terrestre.
No site das comemorações do 50º aniversário do vulcão podem ler toda a história e ver as fotos das erupções.
Fomos lá em Maio, mas não conseguimos chegar perto do Farol dos Capelinhos, porque andam em obras por lá. A paisagem é o que normalmente chamamos agreste: poeiras e cinza a monte; 50 anos depois, as únicas vegetações que observámos foram as chamadas “canas” e uns arbustoszecos. Vêem-se algumas casas soterradas pela lava, que impressiona.
Um muito obrigada ao primo que foi um herói a tirar as fotos do vulcão, comeu 2 kilos de pó (tava um vendaval desgraçado na ilha), mas foi corajoso e continuou a tirar as fotos (eu e a Nanda não nos atrevemos a sair do carro).


terça-feira, 25 de setembro de 2007

Nomes Estranhos - Capítulo IV

O nome estranho de hoje leva-nos ao Oeste, mais concretamente ao concelho de Torres Vedras. Matacães é uma terriola que deve o seu nome às Guerras da Reconquista Cristã entre D. Afonso Henriques e os mouros, onde os tugas gritavam “mata esses cães”. A origem do nome até é pomposa, mas podiam arranjar outro nome mais simpático. A zona é povoada desde os tempos do Neolítico, como provam o Castro da Fórnea e a Necrópole da Portucheira (outro nome engraçado ;) ). Também existe uma lápide com motivos astrais, lucernas e um “in-fundibulum” (vá-se lá saber o que é isto) que marca as presenças romana e cartaginesa. A Igreja Matriz é dedicada a Nossa Senhora da Oliveira.

Matacães
Foto descaradamente roubada daqui.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Férias no Reino dos Algarves - Parte II

Sim, somos fans do Algarve. Um é obrigado a gostar do Algarve porque mora lá, a outra (eu) tem lá o primo kido e aproveita para ter alojamento à borla, a outra (a Nanda) é proprietária da Herdade Frade em Paderne.
Desta vez planeámos uma semana de sopas e descanso, sem piolhos para não termos trabalho, mas o primo decidiu dar-nos trabalho à mesma (é um querido). Depois de passarmos o fds fechados numa casa de banho, que não deve medir mais que 4m2, lá conseguimos ir à praia. Fomos à praia Julia's (deve ser praia fina, para ter aquele toque do “’s”, mas os acampamentos ciganos não tem nem metade da qualidade do da D.Domi), matámos saudades da Rocha Baixinha e aventurámo-nos para os lados de Tavira e fomos até à Praia do Barril.
Na sexta como era feriado em Faro, agarrámos no primo e fomos passear a Monchique, com passagem pelo BPI das Quatro Estradas, MacDonald's de Legos, Fortaleza de Sagres acabando em Monchique.
Na fortaleza de sagres houve quem tivesse feito uma descoberta fantastica: o que a maioria das pessoas acha que são canhões antigos engana-se, uma senhora do norte descobriu que afinal aquilo são troncos de arvores.
Eis um dos exemplares de troncos:


No sábado juntámos mais dois à trupe e fomos ao Pego do Inferno, que segundo dizem é melhor visitar em Abril, almoçámos em Vila Real de Sto António (após tentativa frustada de almoçar em Monte Gordo), fomos até Castro Marim visitar o castelo (eu e o Ládinho ainda nos aventurámos por terras estrangeiras e fomos até Ayamonte) e acabámos na praia de Vila Real de Sto António (p... de terra que tem um nome tão grande).
No domingo juntámos ainda mais dois... um e meio e fomos até Olhão para visitar o Parque Natural da Ria Formosa. O parque está muito giro, mas acho que falta lá qq coisa...
Deixo-vos uma amostra das férias, podem ver tudo aqui.