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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Passeio Alentejano - Parte 3

O nosso passeio alentejado também se pode chamar de "Passeio dos Castelos", porque vimos todos os castelo com que nos cruzámos, com excepção do de Viana do Alentejo que fechou 15 minutos antes da hora (se é que tava aberto sequer).
Castelo de Óbidos: (o meu ;) )

Castelo de Montemor-o-Novo:
Castelo de Arraiolos:
Castelo de Estremoz: Castelo de Vila Viçosa:
(este não teve direito a visita e a foto foi tirada do carro)


Castelo de Monsaraz:
(vista lindíssima)
Castelo de Évoramonte:
(onde fomos perseguidas por entronchos)



Castelo de Portel:


Castelo de Viana do Alentejo:
(onde batemos com o nariz na porta)


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Passeio alentejano - Parte 2

Chamámos "passeio alentejano" ao passeio de aniversario deste ano, porque foi quase todo passado no alentejo, mas começou na Estremadura e passou pelo Ribatejo antes de terminar na terras dos compadres e do bom vinho.
Fizemos o tradicional passeio saloio, a meta era almoçar a bela da caldeirada (havia quem estivesse de desejos e não era eu) em Peniche, mas decidimos ir por Sintra, Ericeira, Santa Cruz e Lourinhã, arriscando a leitura de mapas sem o nosso GPS particular e fiando-nos na memória de quem fez aquele caminho milhares de vezes quando era criança (eu).
Castelo de Óbidos

Apesar das alterações (183 novas rotundas) lá conseguimos chegar a Peniche sãs e salvas e a tempo do almoço. Claro que depois do almocinho fomos até ao Cabo Carvoeiro, ver o mar picado (coisa rara naquele sítio) e tentar não ir parar às Berlengas com o vendaval (não foi fácil segurar a Nanda que a gaja tá anoréctica, tive que atar-lhe uma guita ao autocarro para não voar para muito longe). Ainda sugeri apanharmos o barquito para as Berlengas, mas como estava o mar não dava tempo ;)
Como a minha memória já não é o que era e porque já lá vão bué anos, não comemos um S.Marcos, nem a pastelaria do parque de campismo do Baleal me safou.
A paragem seguinte foi o Baleal, ficámo-nos pelo estacionamento da praia porque não me quis arriscar a atolar o autocarro na areia que tava na passagem para a Ilha e muito menos nos atrevemos a atravessar a pé (ficaríamos sobterradas em areia e só daqui a muitos anos nos descobririam aquando de alguma escavação arqueológica).
Dali tinhamos como destino obrigatório Óbidos e fazer a estrada que eu costumava fazer de olhos fechados, numa brincadeira com o mano a ver quem adivinhava para que lado era a próxima curva (nao se assustem pq na altura ainda não iamos a conduzir, ia o pai).
Em Óbidos fizemos o que eu já não fazia há anos e que a Nanda nunca tinha feito, o passeio pelas muralhas desde a porta da vila (onde mais uma vez não apanhei a senhora dos termoços e das pevides) até à pousada. Desta vez resistimos à tentação de ir ao chouriço assado, talvez pq tinhamos almoçado hà pouco tempo e em vez disso vimos a Igrejas de Santa Maria, que é lindíssima, totalmente forrada a azulejos.

Lagoa de Óbidos

Seguimos em direcção às Caldas da Rainha, onde após muitas voltas de carro decidimos ir ao pão de ló de Alfeizerão (porque a fomeca já dava sinais de vida) e fazer figuras tristes em S.Martinho do Porto (pq como diz a kumadre "caga nisso! Nunca mais os vemos").
Depois fomos conhecer o nosso alojamento para essa noite, o Inatel da Foz do Arelho, cuja lindíssima vista sobre a lagoa de Óbidos só vimos na manhã seguinte.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Passeio Alentejano - Parte 1

Mais uma vez fomos para fora cá dentro, e mais uma vez seguimos rumo ao Alentejo.
Achámos que como lindas donzelas (Nanda e Zana) que somos, haveríamos de percorrer todos os castelos, castelinhos e tudo o que tivesse muralhas, talvez por aí encontrássemos um Dragão maldito e que nós fossemos socorrer o Príncipe indefeso, …..chiça! por acaso acho que a história era ao contrário, mas agora também não vem ao caso.

Seguindo os nossos caminhos de castelos e vilas alentejanas, andávamos nós pelo distrito de Évora, decidimos enveredar por Vila Viçosa, muy Terra Lusitana, e de Real Nobreza….e cansada de tanto ouvir a D.Domi dizer que valia a pena ir ver o Palácio, lá fomos nós.

O
Paço Ducal de Vila Viçosa, está isolado e perdido nesta bela e pacata Vila, parecendo e chamado Terreiro do Paço, no sopé da colina do Castelo. Construído no século XVI, foi largamente beneficiado durante o século XVII e serviu de residência real.

Actualmente, é considerado um marco histórico-cultural e pode ser visitado regularmente. Uma fundação é a proprietária do Paço Ducal de Vila Viçosa, uma obra de arquitectura mudejar, neoclássica, barroca e manuelina.
O Paço Ducal de Vila Viçosa foi começado a construir em 1502, então como Paço de D. Jaime I. O Paço Ducal de Vila Viçosa foi durante anos considerada a residência onde as famílias reais procuravam descanso do bulício de Lisboa. Era comum retirarem-se para Vila Viçosa durante vários períodos, em particular durante o Verão. O rei D. Carlos tinha partido precisamente deste paço ducal quando, a chegada a Lisboa, foi assassinado juntamente com o herdeiro da coroa, o Príncipe Luís Filipe.

Pois é meus caros, fiquei muito entusiasmada com o que vi e recomendo vivamente a todos que andem por terras alentejanas.

O Palácio é extremamente rico em obras de artes, das mais variadas expressões artísticas; tapeçarias, porcelanas, armas, azulejos, pintura, das quais uma vasta colecção pintada pelo próprio D.Carlos. E a impressionante colecção de coches, carruagens e demais atrelados.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Passeio pelo Alto Alentejo

Alter do Chão
Foram 3 dias em que vimos tudo o que achámos que valia a pena ver ali na zona de Alter do Chão, a Fuji tirou 342 fotos, a Picasso fez 750Kms e nós outros tantos graças às malditas subidas e descidas com degraus para gigantes. Para não estranharmos lá apanhámos um bocado de mau tempo (no sábado) que nos impediu de dar um valente mergulho na piscina para recuperar das passeatas (valeu-nos o mergulho de sexta).
Comecemos pelo hotel, um antigo convento, muito giro e bem decorado, mas na nossa opinião não vale o valor que pedem por um duplo (ao fim-de-semana pedem 156€ por noite em Agosto) e as 4 estrelas são algo duvidosas. O nosso quarto era bom, espaçoso e confortável, mas o pequeno-almoço deixa muito a desejar. O facto de não haver leite no domingo de manhã, para mim, diz tudo, além de que não havia grande variedade (os senhores deviam ir a Menorca aprender o que é um "pequeno-almoço buffet"). E deviam distribuir um mapa do hotel aos hóspedes, tem tanta curva e contra-curva que só no último dia consegui fazer o caminho do quarto até à recepção sem me enganar.
Alter do ChãoAlém das tormentas, as nossas viagens reservam-nos sempre uma ou mais surpresas, desta vez foi a visita a Castelo de Vide e ao Crato. A primeira não foi planeada, mas decidimos passar por lá para evitar andar sempre a fazer o mesmo caminho, e ainda bem. A vista do castelo é linda, mas para lá chegar é necessário ter espírito aventureiro. Foi o momento de emoções fortes da Nanda e nem ia a conduzir, mas ver-me meter a pobre da Picasso em ruelas estreitíssimas foi o suficiente para se benzer e rezar aos santinhos todos que conhece (e deve ter inventado alguns) o caminho todo. No Crato a surpresa foi descobrir que a Ordem de Malta andou por lá (vou investigar e postarei qq coisinha mai tarde). Ainda tivemos um bónus (que descobrimos por mero acaso) que foi ver a 70ª Volta a Portugal em Bicla a passar por Alter do Chão (que tal como os museus, fui obrigada a assistir sob ameaças físicas).
As passagens por Portalegre também desiludiram um bocado, tirando a ida ao Modelo (que era a única coisa aberta naquela terra) para comprar o almoço (se bem que desta vez o picnic não teve direito a patos).
Para variar maior parte das igrejas por onde passámos estavam fechadas, da dúzia que vimos, conseguimos entrar em duas, na minha opinião porque era Domingo e é dia de missa.

Entretenham-se com algumas fotos, podem ver todas no Pingo Doce ;).